Júri condena três envolvidos na morte de caminhoneiro em Bom Jesus
Quinta, 30 de Julho de 2026 às 18:00
Três réus denunciados pelo MPRS foram condenados pelo homicídio de Luciano Boeira Melos, ocorrido em 2023, em Bom Jesus. Um quarto acusado foi absolvido.

Após dois dias de julgamento, três acusados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) foram condenados na noite desta quarta-feira, 29 de julho, pela morte do caminhoneiro Luciano Boeira Melos, desaparecido em julho de 2023, em Bom Jesus, no nordeste do Estado.
Felipe Silveira Noronha, que confessou o crime durante o julgamento, foi condenado a 20 anos de reclusão e 3 meses de detenção, em regime inicial fechado, pelos crimes de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), ocultação de cadáver e fraude processual.
Flávio Silveira Noronha recebeu a mesma pena: 20 anos de reclusão e 3 meses de detenção, também em regime inicial fechado, pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual.
Fabiana Ramos Saraiva foi condenada a 18 anos e 8 meses de reclusão e 3 meses de detenção, em regime inicial fechado, pelos crimes de homicídio qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima) e fraude processual.
A magistrada determinou a prisão imediata dos condenados, todos presentes na sessão do Tribunal do Júri, para início do cumprimento das penas. Um quarto réu foi absolvido de todas as acusações. Da decisão cabe recurso.
Segundo a denúncia do MPRS, o crime ocorreu entre os dias 26 e 27 de julho de 2023, após a revelação de um caso extraconjugal entre Luciano e a ré Fabiana. Conforme a acusação, os denunciados atraíram a vítima até uma área rural, onde ela foi surpreendida e morta. Felipe Noronha, marido de Fabiana, confessou durante o júri ter cometido o homicídio. Flávio é irmão de Felipe. O quarto réu absolvido é pai de Fabiana.
Durante o julgamento, o Ministério Público reiterou os termos da denúncia e defendeu a condenação dos réus por todos os crimes imputados, sustentando que os acusados atuaram de forma conjunta e organizada na execução do homicídio, na ocultação do cadáver e na fraude processual.
Ao final da sessão, o promotor Raynner Sales de Meira destacou que o julgamento ocorreu sem que o corpo da vítima tivesse sido localizado, mas informou que surgiram, durante a instrução do processo, indícios sobre um possível local de desova, com a possibilidade de localização dos restos mortais de Luciano.
Já o promotor Eugênio Paes Amorim afirmou que o caso apresentou elevado grau de complexidade e destacou que o resultado representa a valorização do direito à vida e o sentimento de justiça da comunidade de Bom Jesus.
Felipe Silveira Noronha, que confessou o crime durante o julgamento, foi condenado a 20 anos de reclusão e 3 meses de detenção, em regime inicial fechado, pelos crimes de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), ocultação de cadáver e fraude processual.
Flávio Silveira Noronha recebeu a mesma pena: 20 anos de reclusão e 3 meses de detenção, também em regime inicial fechado, pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual.
Fabiana Ramos Saraiva foi condenada a 18 anos e 8 meses de reclusão e 3 meses de detenção, em regime inicial fechado, pelos crimes de homicídio qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima) e fraude processual.
A magistrada determinou a prisão imediata dos condenados, todos presentes na sessão do Tribunal do Júri, para início do cumprimento das penas. Um quarto réu foi absolvido de todas as acusações. Da decisão cabe recurso.
Segundo a denúncia do MPRS, o crime ocorreu entre os dias 26 e 27 de julho de 2023, após a revelação de um caso extraconjugal entre Luciano e a ré Fabiana. Conforme a acusação, os denunciados atraíram a vítima até uma área rural, onde ela foi surpreendida e morta. Felipe Noronha, marido de Fabiana, confessou durante o júri ter cometido o homicídio. Flávio é irmão de Felipe. O quarto réu absolvido é pai de Fabiana.
Durante o julgamento, o Ministério Público reiterou os termos da denúncia e defendeu a condenação dos réus por todos os crimes imputados, sustentando que os acusados atuaram de forma conjunta e organizada na execução do homicídio, na ocultação do cadáver e na fraude processual.
Ao final da sessão, o promotor Raynner Sales de Meira destacou que o julgamento ocorreu sem que o corpo da vítima tivesse sido localizado, mas informou que surgiram, durante a instrução do processo, indícios sobre um possível local de desova, com a possibilidade de localização dos restos mortais de Luciano.
Já o promotor Eugênio Paes Amorim afirmou que o caso apresentou elevado grau de complexidade e destacou que o resultado representa a valorização do direito à vida e o sentimento de justiça da comunidade de Bom Jesus.
Fonte e Foto: MPRS
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