Tatuador é preso por suspeita de estupro no RS
Sexta, 31 de Julho de 2026 às 09:05
Tatuador, corretor de imóveis e músico foi preso preventivamente em Santa Catarina. Polícia Civil investiga suspeita de estupro e outros casos de violência contra mulheres.

O tatuador, corretor de imóveis e músico Vinicius Roig, de 47 anos, morador de Torres, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, foi preso preventivamente nesta quinta-feira (30) por suspeita de estupro. Conforme a Polícia Civil gaúcha, ele foi localizado em um apartamento alugado por meio de aplicativo em Balneário Camboriú (SC), onde foi detido sem oferecer resistência.
O caso ganhou repercussão após uma professora de Torres relatar nas redes sociais episódios de violência doméstica que teria sofrido durante o relacionamento com o investigado. Após a publicação, outras mulheres passaram a procurar as autoridades e compartilhar relatos semelhantes.
Segundo a Polícia Civil, há 19 ocorrências registradas nos últimos dois anos em que Vinicius Roig aparece como suspeito. Os registros foram feitos nos municípios de Torres, Novo Hamburgo, Sapucaia do Sul e Cachoeirinha.
De acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), os relatos investigados envolvem suspeitas de agressões físicas, humilhações, perseguição, violência psicológica e violência sexual. O órgão já apresentou três denúncias contra o investigado por crimes cometidos contra mulheres nos municípios de Torres e Sapucaia do Sul. As ações aguardam análise do Poder Judiciário.
O Ministério Público informou que a prisão preventiva foi considerada necessária para proteger as vítimas, preservar a ordem pública e garantir a aplicação da lei.
Entre as denúncias apresentadas pelo MPRS, constam acusações de ameaças e danos ao patrimônio em julho de 2025, além de violência psicológica, descumprimento de medidas protetivas de urgência e perseguição (stalking).
A mobilização nas redes sociais levou outras mulheres a procurarem o Ministério Público por meio do Espaço Bem-Me-Quer, em Porto Alegre. Segundo a instituição, mais de 20 possíveis vítimas foram identificadas neste primeiro momento a partir dos relatos recebidos e de registros anteriores.
A Polícia Civil informou que segue investigando a suspeita de estupro envolvendo a última ex-companheira do investigado e trabalha na coleta de provas e no acolhimento de outras mulheres que procuraram as autoridades.
Em manifestação publicada nas redes sociais, Vinicius Roig afirmou que existem acontecimentos que precisam ser enfrentados com seriedade, mas sustentou que parte das informações divulgadas não corresponde à realidade, estaria distorcida ou retirada de contexto. Ele também registrou ocorrência por calúnia contra mulheres que fizeram denúncias e ingressou com ação judicial para retirar uma página das redes sociais do ar. O pedido liminar foi negado pela Justiça.
O Tribunal de Justiça informou que, em razão do segredo de justiça, não divulga detalhes sobre os processos relacionados ao caso.
O caso ganhou repercussão após uma professora de Torres relatar nas redes sociais episódios de violência doméstica que teria sofrido durante o relacionamento com o investigado. Após a publicação, outras mulheres passaram a procurar as autoridades e compartilhar relatos semelhantes.
Segundo a Polícia Civil, há 19 ocorrências registradas nos últimos dois anos em que Vinicius Roig aparece como suspeito. Os registros foram feitos nos municípios de Torres, Novo Hamburgo, Sapucaia do Sul e Cachoeirinha.
De acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), os relatos investigados envolvem suspeitas de agressões físicas, humilhações, perseguição, violência psicológica e violência sexual. O órgão já apresentou três denúncias contra o investigado por crimes cometidos contra mulheres nos municípios de Torres e Sapucaia do Sul. As ações aguardam análise do Poder Judiciário.
O Ministério Público informou que a prisão preventiva foi considerada necessária para proteger as vítimas, preservar a ordem pública e garantir a aplicação da lei.
Entre as denúncias apresentadas pelo MPRS, constam acusações de ameaças e danos ao patrimônio em julho de 2025, além de violência psicológica, descumprimento de medidas protetivas de urgência e perseguição (stalking).
A mobilização nas redes sociais levou outras mulheres a procurarem o Ministério Público por meio do Espaço Bem-Me-Quer, em Porto Alegre. Segundo a instituição, mais de 20 possíveis vítimas foram identificadas neste primeiro momento a partir dos relatos recebidos e de registros anteriores.
A Polícia Civil informou que segue investigando a suspeita de estupro envolvendo a última ex-companheira do investigado e trabalha na coleta de provas e no acolhimento de outras mulheres que procuraram as autoridades.
Em manifestação publicada nas redes sociais, Vinicius Roig afirmou que existem acontecimentos que precisam ser enfrentados com seriedade, mas sustentou que parte das informações divulgadas não corresponde à realidade, estaria distorcida ou retirada de contexto. Ele também registrou ocorrência por calúnia contra mulheres que fizeram denúncias e ingressou com ação judicial para retirar uma página das redes sociais do ar. O pedido liminar foi negado pela Justiça.
O Tribunal de Justiça informou que, em razão do segredo de justiça, não divulga detalhes sobre os processos relacionados ao caso.
Fonte: G1 RS | Foto: Arquivo pessoal/Reprodução
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