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Mulher é presa suspeita de oferecer as filhas para prostituição no sul do RS
Terça, 04 de Agosto de 2026 às 12:01
Mulher foi presa preventivamente em Jaguarão, suspeita de permitir e oferecer as filhas para prostituição. A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil.
Uma mulher de 36 anos foi presa preventivamente na tarde desta segunda-feira (3), em Jaguarão, suspeita de estupro de vulnerável na forma omissiva imprópria contra a própria filha de 12 anos.

A investigação teve início após a Polícia Civil receber, na semana passada, uma denúncia anônima informando que a mulher obrigaria as duas filhas, de 12 e 17 anos, a se prostituírem. Segundo as investigações, a família teria vindo de Goiás e estava residindo em Jaguarão.

Policiais civis foram até a residência e conversaram com as adolescentes. De acordo com a delegada Juliana Garrastazu, responsável pela Polícia Civil no município, foi confirmado um episódio envolvendo a filha mais nova.

Conforme a investigação, a mulher teria oferecido as filhas para prostituição dentro da própria residência. No último fim de semana, a adolescente de 12 anos teria sido levada para uma festa, obrigada a consumir bebida alcoólica e, posteriormente, oferecida a um homem de 20 anos. Os dois foram até a residência da família, onde, segundo a Polícia Civil, ocorreu o estupro, com a irmã de 17 anos presente no local.

A mãe é investigada por estupro de vulnerável na forma omissiva imprópria por, conforme a Polícia Civil, ter acompanhado e permitido o crime contra a filha.

Ainda segundo a delegada, existe em Goiás outro inquérito envolvendo a mulher pela mesma prática contra a adolescente de 17 anos. A investigação teria sido interrompida após a família deixar o Estado, passar pelo Uruguai e fixar residência em Jaguarão.

Os depoimentos especializados das adolescentes deverão ser realizados no fórum, com acompanhamento de assistente social. A data será definida pelo Poder Judiciário.

A delegada também solicitou a prisão do homem de 20 anos apontado como autor do estupro, porém o pedido não foi deferido. A investigação permanece em andamento.

Após os procedimentos legais, a mulher foi encaminhada à Penitenciária Estadual do Rio Grande (Perg).

Fonte: GZH/Zero Hora | Imagem meramente ilustrativa gerada por IA
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