Mãe de Rafael Winques chegou à delegacia de Planalto para a reprodução simulada dos fatos
Quinta, 18 de Junho de 2020 às 17:11

Nesta quinta-feira, 18, será realizada a Reprodução Simulada dos Fatos, do crime que chocou a comunidade no mês passado. Rafael Mateus Winques, 11 anos foi morto pela própria mãe. Alexandra Dougokenski, 33 anos, mãe de Rafael e o outro filho, de 17 anos, deveram participar da reconstituição.
Alexandra, chegou à delegacia de Planalto pela parte da manhã, e permanece no local com os perítos que irão participar da reprodução simulada. O local próximo da delegacia e também próximo das casas onde ocorreu o crime, também estão isolados pela Brigada Militar, além de já haver uma movimentação maior das forças policiais no local.
Segundo a chefe do IGP, Heloísa Helena Kuser, em entrevista a GaúchaZH, a reconstituição é uma perícia complexa, sem ter hora para acabar. O objetivo do trabalho é avaliar se a versão dada pela mãe é real. — É um trabalho que depende de muita leitura de todos os depoimentos e estudo de todos os laudos já elaborados. A perícia é uma busca de vestígios e provas. E isso vai demorar quanto tempo o perito achar necessário até responder todos os quesitos levantados. Pode ser que o trabalho vá até a madrugada. Tudo é feito conforme as versões. É um processo lento — diz.
A chefe da Polícia Civil do estado, Nadine Anflor, afirma que a polícia quer evitar aglomerações, garantir a segurança da população, da Alexandra. Um ônibus da Polícia Civil, que funciona como sala móvel, estará no local para apoio tático. O isolamento da área terá apoio da Brigada Militar.
Alexandra, chegou à delegacia de Planalto pela parte da manhã, e permanece no local com os perítos que irão participar da reprodução simulada. O local próximo da delegacia e também próximo das casas onde ocorreu o crime, também estão isolados pela Brigada Militar, além de já haver uma movimentação maior das forças policiais no local.
Segundo a chefe do IGP, Heloísa Helena Kuser, em entrevista a GaúchaZH, a reconstituição é uma perícia complexa, sem ter hora para acabar. O objetivo do trabalho é avaliar se a versão dada pela mãe é real. — É um trabalho que depende de muita leitura de todos os depoimentos e estudo de todos os laudos já elaborados. A perícia é uma busca de vestígios e provas. E isso vai demorar quanto tempo o perito achar necessário até responder todos os quesitos levantados. Pode ser que o trabalho vá até a madrugada. Tudo é feito conforme as versões. É um processo lento — diz.
A chefe da Polícia Civil do estado, Nadine Anflor, afirma que a polícia quer evitar aglomerações, garantir a segurança da população, da Alexandra. Um ônibus da Polícia Civil, que funciona como sala móvel, estará no local para apoio tático. O isolamento da área terá apoio da Brigada Militar.
Fonte: In Foco RS
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