
Um dos suspeitos presos durante a investigação sobre o desaparecimento de Francisco José Rangel Martinez, de 44 anos, teria indicado à Polícia Civil o local onde estava o corpo do entregador venezuelano.
Francisco estava desaparecido desde 19 de julho. Ele residia em Chapecó havia cerca de dois anos e trabalhava com entregas para empresas de e-commerce. Na Venezuela, atuava como advogado.
Conforme o Jornal Razão, Mateus Carlos Toebe, de 32 anos, e Patrícia de Fátima da Rosa, de 30, foram presos nas proximidades da rodoviária de Chapecó. Durante o deslocamento à delegacia, Mateus teria afirmado que colaboraria com a investigação e guiado os policiais até uma área de mata localizada a cerca de três quilômetros do trevo entre Maravilha e Cunha Porã.
No local, foi encontrado um corpo com sinais de violência e mordaça. A identificação formal ainda depende da perícia oficial, embora a Polícia Civil informe que os indícios apontem para o venezuelano desaparecido.
Francisco havia saído para trabalhar quando desapareceu. Dias depois, o veículo utilizado por ele foi encontrado abandonado no Centro de Chapecó, após se envolver em uma colisão em uma rotatória.
Ao todo, três pessoas foram presas temporariamente por possível participação no sequestro, privação da liberdade e morte da vítima. O caso é investigado como possível extorsão mediante sequestro com resultado morte.
As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do crime e a participação de todos os envolvidos.
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